EBD | Classe Adulto – Lição 13 – Orando sem Cessar

Fonte: Portal da Escola Dominical

1º Trimestre de 2019

ESBOÇO GERAL
I – A ORAÇÃO
II – A ORAÇÃO NO SERMÃO DO MONTE
III – O PAI NOSSO

O QUE APRENDEMOS COM OS PRIMEIROS CRISTÃOS
PARA LIDAR COM A BATALHA ESPIRITUAL

Esequias Soares
Daniele Soares

A Declaração de Fé das Assembleias de Deus define oração como “o ato consciente, pelo qual a pessoa dirige-se a Deus para se comunicar com Ele e buscar a sua ajuda por meio de palavra ou pensamento”. Embora a maneira de orar dos primeiros cristãos possa se distanciar da tradição brasileira pentecostal, podemos aprender com eles para aperfeiçoar nossa comunicação com Deus e nos preparar para enfrentar as dificuldades e os ataques malignos do dia a dia.

Quanto aos modelos berakah e hodayah, Paul Bradshaw considera que atualmente os cristãos se afastaram desses modelos bíblicos e sugere que nos sirvam de reflexão sobre como estamos orando. Relembrando o que Deus tem feito, estaremos interpretando nossa experiência humana em termos religiosos; estaremos fazendo nossa confissão de fé; estaremos proclamando o evangelho ao mundo; estaremos nos aproximando também da natureza do relacionamento santo com Deus, sempre tendo em mente que a oração não é algo para nosso próprio benefício, mas para que o nome do Senhor seja glorificado.

A prática espiritual dos pais e das mães do deserto pode ser resumida em fugir, estar em silêncio e orar. São três verbos que se aplicam à maneira como devemos agir diante da batalha contra o maligno: fugir da tentação e do diabo, estar em silêncio para meditar na Palavra de Deus e discernir a vontade de Deus e orar. Para os pais e as mães do deserto, a batalha espiritual era contra o conformismo com o padrão de vida mundano, por isso eles se afastaram da sociedade.

A vida espiritual começa na igreja, não no indivíduo. Por isso, a necessidade do vínculo com a igreja para prestar contas da vida espiritual. Assim, o resultado da oração é uma maior intimidade com Deus que leva ao crescimento espiritual e deixa de ser algo individual para ser prestação de contas para com os outros.

Texto extraído da obra “Batalha Espiritual”, editada pela CPAD.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *