AD RioLargo

PARABÉNS | Aniversário dos CORRESPONDENTES em Setembro

11944702_901620226581997_1660575692_n“Ensina-nos a contar os nossos dias
para que o nosso coração alcance sabedoria.” Salmos 90:12

A Assembleia de Deus em Rio Largo, a liderança do pastor Arnóbio Tavares Lima, e toda a equipe de COMUNICAÇÃO ADRL parabeniza a todos os CORRESPONDENTES do campo pelas passagem do seus aniversário.
É um imenso prazer e satisfação te-los como contribuinte na casa do Senhor e servir aos vossos lados. Parabéns e felicidades!

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CASADRIL >> Distribue alimentos para as congregações

11940312_899655463445140_629929271_nNa última quinta-feira, 27 de agosto, o CASADRIL recebeu para distribuição entres seus membros, 20 sacos, cada um contendo 50kg de laranjas e 30 palmas de banana.

O Projeto é uma parceria do CASADRIL com a Secretaria de Assistência Social e Habitação. Desde o final do ano passado, que são distribuídas alimentos simples para cada congregação do campo, onde são entregue aos membros cadastrados na instituição.

A instituição faz doações e esta informa que hoje, 01 de setembro chegaram mais alimentos para distribuição. Necessitados, favor secretaria do CASADRIL, localizada na Igreja Evangélica Assembleia de Deus Sede em Rio Largo – Rua José Antônio da Silva, 680, Centro, em horários comerciais, das segundas às sextas-feiras. Ainda podem buscar em todas as Congregações da AD no campo. Mais informações, ligar para: 3261-1717/ 8887-0182.

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CONFRATEJ 2015 | AD RIO LARGO realizará batismo no próximo domingo, dia 06

AD RL

Desejamos que todos vocês participem conosco de um dos maiores eventos da igreja evangélica em Rio Largo, onde muitas vidas firmarão seu compromisso em seguir os passos do Senhor Jesus, trata-se do Batismo nas águas. Será no próximo domingo, dia 06 de setembro, 14h, no nosso templo sede, na Av, José Antõnio da Silva, 680, centro.

Sua presença é fundamental!!!!

 

VEJA FOTOS DOS NOSSOS BATISMO ANTERIORES AQUI

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Em Junqueiro, material para Ensino Médio define gênero como “construção social”. Há reflexões a fazer…

Cada MinutoFonte: Cada Minuto

Trarei aqui neste espaço uma reflexão sobre um livro da disciplina de Sociologia que vem sendo utilizado na cidade de Junqueiro, no interior do Estado. Antes de ir ao mérito, chamo a atenção para uma coisa: é importante frisar que a escola é um ambiente que deve fomentar o respeito e o amor ao ser humano sempre, pelo simples fato dele ser humano, independente de etnia, credo religioso, questão sexual, dentre outros fatores que expõe as diferença entre pessoas pelo simples fato de que não somos iguais, somos diferentes. Cada um é cada um, com suas experiências e circunstâncias.

Sendo assim, a “divisão” – ou segregação – de indivíduos por etnia, credo, concepção filosófica da vida ou questão sexual é algo abominável. Cabe a escola ajudar a combater esta discriminação em qualquer sentido. Isto é óbvio. Mas, uma coisa é fomentar – dentro de uma ambiente que deve ter como prioridade a promoção do saber e do conhecimento – o respeito às diferenças e que estas não são determinantes de caráter. Outra é esconder – por meio deste discurso – um ataque frontal a valores morais ou religiosos que fazem parte da tradição de um povo, das famílias (que é quem de fato educa neste sentido) para usar da temática de gênero para a construção de uma visão ideológica.

Quando se fala de “ideologia de gênero” – portanto – usa da má-fé quem faz questão de confundir os discursos e dizer que quem “discorda” é preconceituoso. Abordar a ideologia de gênero é se posicionar diante do conceito de afirma que “gênero é uma construção social”, como se meninos e meninas nascessem “neutros” e assumissem uma identidade sexual conforme as experiências em sociedade. E mais! Com base nisto, há livros por aí que ainda colocam que a “heteronormatividade” por si só é um berço de preconceito. Há ainda uma autora – Judith Bluter em seu livro Problemas de Gênero – que apresenta o incesto como sendo um “tabu” que favorece ao preconceito contra a homossexualidade. Ou seja: se você é um heterossexual e – por valores morais, crenças religiosas (ou os dois juntos) – enxerga o incesto como algo errado você é preconceituoso! Já pensou?

Eu não sou obrigado a concordar com isto. Digo abertamente que não concordo. Acho apenas lamentável que muitos xinguem antes de ouvir e não saibam debater o assunto civilizadamente.

É por estas e outras que debater as concepções que estão associadas à temática ideologia de gênero é sim direito de pais, mães e alunos. É por estas e outras que debater tal assunto nada tem a ver com preconceito. Preconceito tem quem segrega ou quem acha que por conta da mera orientação sexual uma pessoa pode ser considerada mais privilegiada ou menos privilegiada que a outra. Contra isto, aí sim nós devemos lutar, pois é preciso respeitar todos os seres humanos – repito! – pelo que eles são: humanos. É o que venho falando aqui todas as vezes que abordo o assunto.

Dito isto, fica claro que mais prioritário é debatermos a qualidade de ensino dentro das escolas. Buscarmos ter – com mais eficiência – o ensino de português, matemática, história, filosofia e demais disciplinas. Buscarmos ter noções de cidadania, direitos, deveres dentro de uma sociedade. Buscarmos ter uma Educação de qualidade que seja pautada por desenvolver um ser humano livre respeitando justamente a liberdade individual e – consequentemente – as diferenças. No mais, as questões de valores morais pertencem às famílias.

Portanto, o que trago aqui são trechos – de um livro do Ensino Médio – em que este conceito de que “gênero” é apresentado como uma “construção social”. Tal é apresentado aos alunos sem que sequer a família tenha participado de qualquer debate. Ou pior: tendo, em alguns casos, pais e mães cobrado a retirada deste tipo de conteúdo de dentro dos planos de educação. Tanto é assim que ele foi retirado no Plano Nacional de Educação, mas o Ministério da Educação ignorou isto e chancelou para o Ensino Médio um livro que traz o conteúdo.

Repito: retirar o conteúdo do livro não significa isentar a escola de discutir – dentro da faixa etária indicada – questões relativas à sexualidade humana. De forma alguma. Significa restringir a escola a discuti-la sem ideologização, promovendo sim o combate ao preconceito, a fornecer informações objetivas e científicas, ao invés de discursos que se sustentam apenas na cabeça de ideólogos – sem ciência alguma por base – e que esconde uma agenda de militância. Diria o mesmo se fosse o caso da imposição de alguma concepção religiosa, filosófica ou partidária. A escola não pode promover militância de qualquer espécie.

Vamos ao caso do livro que vem sendo utilizado em Junqueiro. Trata-se do capítulo de número 14 com o título “Gênero e Sexualidade”. Na página de número 336 – na Unidade 6 da obra – é possível encontrar os autores afirmando que “ao final deste capítulo, o estudante deve ser capaz de: compreender como a definição cultural e histórica de gênero e orientação sexual é construída socialmente; reconhecer as variações de gênero e de sexualidade em diferentes culturas e momentos históricos; identificar o caráter de gênero entre as desigualdades sociais existentes no mundo; relacionar a experiência subjetiva de identidade de gênero às lutas políticas a favor da diversidade e contra o preconceito e a discriminação”.

Vejam bem. Logo de cara, o aluno deve compreender que gênero é construção social. Ou seja: conceber o contrário já fará dele alguém que está errado em sala de aula? Além disto: a ligação entre a identidade de gênero e as lutas políticas significa dizer que quem não adere a esta ligação – feita de forma direta no livro – já é por si só um preconceituoso? Entendem que uma coisa é combater o preconceito e outra é criar tais concepções que estão muito mais associadas a determinadas lutas políticas sem que sequer o aluno tenha o direito de questionar o mérito de tal luta. Ora, contra o preconceito, todo cidadão deve ser! Se um dia alguém for discriminado ou alvo de violência por conta de sua etnia, credo, concepção filosófica ou orientação sexual eu serei o primeiro a defendê-lo.

Outra indagação que faço: se eu conceber que “gênero e orientação sexual são construídos socialmente” então estarei errado em afirmar que ninguém nasce homossexual ou heterossexual? Que ele se torna? Isto por si só afronta aos homossexuais que não entendem desta forma. São muitos os depoimentos neste sentido, inclusive quando se posicionaram – justamente por conta disto – contra os conceitos de “reorientação sexual” por aí existentes. E sinceramente, estes homossexuais merecem o respeito por isto, por entenderem a natureza de sua condição sexual. Por entenderem que não houve uma construção social, que assim eles o são. E isto nada interfere em seus valores assumidos. Pois defendem a própria liberdade individual de se posicionarem e agirem como bem entenderem dentro do direito de serem livres; e sem ofender a liberdade do outro.

O livro usado em Junqueiro prossegue e parte para o conceito de “luta de classes” ao colocar que diante da “desigualdades de condições entre homens, mulheres e transgêneros” é preciso se fazer justiça social “em um Brasil no qual persiste a cultura machista”. Há machismo no Brasil? Claro! Como há casos de racismo e preconceito contra homossexuais. Não podemos aceitar casos assim. Devem ser denunciados. Mas daí a afirmar que o país é machista em essência é um pouco demais. A presidente é uma mulher, caso não saibam. Ainda há desigualdade a serem corrigidas? Há! Mas cada vez mais temos mulheres ocupando espaços de destaque por mérito. Por mostrarem suas competências. Mulheres que dão lição de vida seja na literatura, na política, na música, nas artes de uma forma geral, enfim…

Obviamente, o machismo deve ser combatido, como a violência e a discriminação com quem quer que seja. Mas a utilização de determinados chavões para simplesmente promover luta ideológica também.

Outro trecho que chama a atenção na obra usada no Ensino Médio: “em uma sociedade, quanto mais restritos são os estereótipos de gênero, menor é a tolerância à diversidade e mais duras são as punições àqueles que não se encaixam no quadro das relações previstas pelo grupo”. Vamos lá, então devemos ter uma elasticidade em relação ao comportamento sexual até que ponto? O livro não diz. Diz apenas que “A determinação anatômica do sexo não define necessariamente um gênero”.

Há ainda ataques às concepções religiosas. “a religião justifica, assim, a função subordinada da mulher, reduzida a papéis sociais domésticos vinculados a sua capacidade reprodutiva natural”.

Bem, eu sou cristão. Minha esposa também. Temos uma filha. Minha esposa – graças a Deus – não é subordinada a mim. Ela é um ser livre e que não está reduzida a “papéis sociais domésticos vinculados a sua capacidade reprodutiva natural”. Longe disto, é uma mulher que conquistou seu espaço por mérito e se tornou uma profissional renomada no Estado de Alagoas. Juntos buscamos dar a melhor educação possível a nossa filha ensinando-a a respeitar a todos os seres humanos por – repito mais uma vez! – serem humanos.

Assim como a minha família, milhares e milhares de famílias cristãs possuem o mesmo formato. Repito: claro que há machismos por aí afora, mas não é a regra! Constrói-se um “espantalho” que alvo de um ataque frontal às concepções divergentes para depois sechegar à seguinte conclusão: “o desenvolvimento das ciências sociais contribuiu para estabelecer outro discurso sobre a diferença sexual e de gênero e os papéis sociais vinculados a ela, sem buscar justificativas na vontade divina ou na natureza biológica”.

Uau! As ciências sociais surgiram para nos salvar do inferno das religiões. Que democrático não? E o pior, sequer temos o direito de escolher se seremos salvos ou não. Temos que aceitar como conteúdo escolar entregue aos nossos filhos. Simples assim. Como cristão eu não posso me opor? Claro que eu posso! E digo mais: fazer isto não é ter preconceito contra ninguém, como querem fazer crer os “iluminados”. Fazer isto é querer ter os meus valores respeitados e não atacados dentro da escola com um espantalho.

Quero que a escola combata o preconceito. Quero que a escola promova o saber e a noção de que somos todos seres humanos iguais e merecem o mesmo respeito, a igualdade de oportunidades e o reconhecimento de seus méritos. Mas quero lutar por uma escola que respeito à concepção de valores que divergem destas postas pelos “iluminados” das “ciências sociais” que vão nos “salvar” das religiões.

Por fim, o livro ainda faz a velha falácia dos “números de homicídios”. Ora, vejam só este texto:

Escolha a “categoria/gênero/ etnia/ classe social” que quiser e complete: o Brasil tem o maior número de _______________ assassinados por ano.

Provavelmente será uma verdade. É que temos aproximadamente 60 mil homicídios por ano. Logo, esqueça a categoria/classe social/gênero/etnia/ e pense em completar a lacuna por seres humanos. Temos que lutar por um país onde não tenhamos altas taxas de homicídio e – consequentemente – lutar para que ninguém seja assassinado por conta da cor da pele, do comportamento sexual, do sexo biológico, e por aí vai…

Em resumo: mulher nenhuma pode ser vítima de discriminação, assim como pessoa alguma. Mas isto – na obra entregue aos alunos – é apenas o verniz em meio a uma série de conceitos que merecem, podem e devem ser discutidos. Afinal, é dever dos pais e mães analisarem cuidadosamente os livros didáticos de seus filhos, se posicionarem e questionarem sobre eles.

Afinal, quando o livro analisa o número de mulheres mortas ele mostra que entre 2000/2010 foram 43 mil. Um número assustador. Eu me revolto com ele. Mas veja bem, nos últimos anos estamos tendo uma média de 50 a 60 mil homicídios. Então, no Brasil muita gente – independente de qualquer coisa – tem perdido a vida. São números de guerras em tempo de paz que precisamos resolver urgentemente. Segregar não vai ajudar, com certeza.

Em Junqueiro, conversei com duas famílias. Ambas fizeram estes questionamentos. Uma mãe ressaltou: “eu tenho uma família religiosa, como pode a escola dizer que pelo fato de termos uma religião estamos promovendo uma visão de preconceito. Eu apenas não aceito que o gênero seja uma construção social. Isto não é ter nada contra ninguém. Cada um faz o que quer da vida. Respeito todas as formas de pensar e agir. É o próprio Cristo que ensina, amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”.

Uma aula diz que não aceitou determinados conceitos em sala de aula. “Por sorte, o nosso professor tem mostrado os dois lados. Foi assim em uma redação que fizemos que abordava esta questão de gênero”.

Vejam bem, estou aqui colocando reflexões que estão direcionadas ao Ensino Médio. Onde, teoricamente, os alunos já possuem uma maior maturidade para abordar o assunto. Agora, repito aquela questão que fiz aqui anteriormente quando falei sobre ideologia de gênero, que é o que consta no Plano Municipal de Educação de Maceió.

Lá está escrito assim: “Ofertar e incentivar na formação continuada, os temas transversais de forma interdisciplinar, dos/as profissionais da educação que atuam na alfabetização das crianças, com foco na diversidade sexual e de gênero, educação ambiental, educação em saúde, educação especial, diversidade etnicorracial e direito das crianças e dos adolescentes, à luz dos direitos humanos”. Está na página 105.

Pergunto: alfabetizar crianças com foco na “diversidade sexual e de gênero”. Como se dará isto? Os pais precisam saber, pois alfabetização é a tenra infância. Até aqui não recebi resposta.

Gostaria ainda de destacar um dos trechos do livro de Judith Bluter, que é citada no livro Sociologia em Movimento. Olha o que esta pensadora diz:

“Consequentemente, o tabu do incesto não só proíbe a união sexual entre membros da mesma linhagem de parentesco, mas envolve igualmente um tabu contra a homossexualidade”. Ou seja: é só um tabu. Se eu o tenho, estou fadado a ser um preconceituoso. Está na página 131 de sua obra Problemas de Gênero.

É por estas e outras que o assunto merece discussão e nada tem a ver com preconceito. Há homossexuais admiráveis ao longo da história e em nosso tempo. Assim como há heterossexuais deploráveis que merecem nosso desprezo. Mas admiração e o desprezo não se dão por esta questão. Mas sim pelos valores que eles defendem enquanto seres humanos.

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PARABÉNS | Aniversário dos Dirigentes em Setembro

11913294_897001963710490_1802295496_n“Sempre dou graças a meu Deus por vocês, por causa da graça que dele receberam em Cristo Jesus.” 

1 Coríntios 1:4

A Assembleia de Deus em Rio Largo, a liderança do pastor Arnóbio Tavares Lima, parabeniza a todos os dirigentes das congregações no campo e suas esposas pelo seus aniversários.

É um imenso prazer e satisfação te-los como obreiros da casa do Senhor e servir aos vossos lados. Parabéns e felicidades!

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Pr. Orisvaldo Nunes é aclamado presidente e toma posse hoje

{46e00b9cc66ab901e256310643f070a7}_11898524_968777999844951_2973074201780382026_n_640x360x0Fonte: AD AL

Ministro foi aclamado durante assembleia da Comadal nesta sexta

 

O pastor José Orisvaldo Nunes de Lima, 52 anos, será empossado presidente da Assembleia de Deus em Alagoas a partir das 18 horas deste sábado, 29 de agosto, no templo-sede da denominação sito à Avenida Moreira e Silva, 406, Farol. Ele foi aclamado presidente durante reunião da Convenção de Ministros da Assembleia de Deus em Alagoas (Comadal) ontem, em Maceió. O pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, participou da Assembleia.

Acompanharam a reunião da Comadal juntamente com o pastor José Wellington Bezerra da Costa, o 4º secretário da CGADB, pastor Roberto José dos Santos, presidente da AD e Convenção com sede em Abreu e Lima – PE (COMADALPE); o presidente da União dos Ministros das ADs no Nordeste (UMADENE) e presidente da AD e Convenção com Sede em João Pessoa – PB (COMADEP), pastor José Carlos de Lima e o pastor João Bezerra da Silva, presidente de uma das Convenções da AD no Ceará (CONADEC).

Nunes vai comandar a festa dos cem anos da igreja no estado prevista para os dias 10 a 12 de dezembro, no estádio Rei Pelé, no bairro Trapiche. Atualmente a denominação tem aproximadamente 150 mil membros em Alagoas, sendo cerca de 40 mil em Maceió. São 150 congregações na capital , 120 campos no interior do Estado, e 564 pastores. Ele substitui o pastor José Antonio dos Santos, que faleceu dia 24 de julho em São Paulo após sofrer falência múltipla dos órgãos.

O pastor José Orisvaldo Nunes é natural da cidade de Palmeira dos Índios, casado com a psicóloga Edvanilda Nunes, pai de três filhos. Ele é advogado, teólogo, mestre e doutor em Teologia pela Faculdade de Filosofia e Teologia de Alagoas (Fafiteal).

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VILA RAUL | Culto de jovens é marcada com ensino

AD RLNa direção do presbítero Jadiel Vicente, a noite de quarta (26) ficou marcada na Assembleia de Deus congregação em Vila Raul, pelo culto de mocidade, que teve a participação do conjunto de jovens. O moderador do culto foi o cooperador Joelliton Nascimento, coordenador dos jovens.

A leitura oficial ficou por conta da jovem Adriana da Silva, que leu no livro de Salmos 119: “De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu coração? Observando-o segundo a tua palavra”. Segundo o cooperador, a palavra referida no contexto remete aos ensinamentos de Deus, esses devem ser guardadas e observadas.

Os jovens Eshilley e Edson também cooperaram com o culto, entoando um cântico que conta a histórias de três jovens que negaram se prostrar diante de uma imagem do rei e as consequências de tal atitude. A mensagem final da noite, ficou incumbido pelo dirigente que apresentou uma reflexão no livro de provérbios capitulo 7 e versículo 7 ao 27. “Agora, pois filho, dá-me ouvidos e sê atento às palavras da minha boca; não se desvie o teu coração para os caminhos dela, e não andeis perdido nas suas veredas.”

O ministrante conta a história de um jovem que foi persuadido por uma mulher com trajes de prostituta e bom linguajar, que conduziu até a sua casa com sua sensualidade.

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CASADRIL| Projeto Visão Saudável atende 230 pessoas em Agosto

IMG_4638O Projeto Visão Saudável vem atendendo a comunidade rio-larguense pelo Centro de Assistência Social da Assembleia de Deus em Rio Largo – Casadril em parceria com a Smart Ótica e o Optometrista César Augusto que tem realizado exames de vista computadorizados.

Os exames de optometria (detectam problemas na visão), foram realizados no mês de Agosto atendimento nas congregações do campo pelas seguintes localidades: Rua da Areia, Parque dos Eucaliptos, Lourenço de Albuquerque, Sede, Mutirão e Loteamento Maranata.

Foram atendidas cerca de 230 pessoas.

Esse projeto é aberto a toda comunidade, para mais informações:

Segunda a Sexta-feira, das 08 às 12 e das 14 às 17 horas, na sede do CASADRIL, que fica na Rua José Antônio da Silva, 680, Centro – Rio Largo/AL. Telefax:  3261-1717

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Pastor diz que ‘ideologia de gênero é do inferno e vai perverter crianças’

Gazeta webFonte: Gazeta Web

Em vídeo, líder da Assembleia de Deus pede para pastores assinarem manifesto contra projeto

O presidente em exercício da Convenção de Pastores da Assembleia de Deus em Alagoas, pastor José Orisvaldo Nunes de Lima, gravou um vídeo conclamando todos os líderes religiosos e evangélicos a se posicionarem contra o Plano de Educação, que trata especificamente da ideologia de gêneros. Nas imagens, o pastor afirma que o projeto foi produzido no inferno e que tem como principal objetivo perverter as crianças.

A gravação tem pouco mais de 1’30 e está amplamente compartilhada nas redes sociais. O próprio pastor ressalta que se sente preocupado com o novo programa, capitaneado, segundo destaca, pelo Ministério da Educação (MEC). E opinou que o projeto vai de encontro ao padrão de família defendido por Deus.

“O projeto de ideologia de gêneros trará a destruição para a família tradicional e tem como principal proposta a perversão das nossas crianças”, acredita o pastor Orisvaldo Nunes.

Ele ainda pede, no vídeo, para que os cristãos participem de uma audiência pública, marcada para o dia 31 de agosto, na Câmara Municipal de Maceió, onde o assunto estará em discussão. “Todos os evangélicos de Alagoas devem se manifestar contra o projeto, que certamente foi produzido nas profundezas do inferno e a Igreja de Jesus Cristo na Terra não pode aceitá-lo”, destaca o presidente assembleiano.

O líder religioso ainda ressalta que os pastores da Assembleia de Deus em Alagoas estarão assinando um manifesto contra o projeto durante a convenção estadual da igreja, que acontece no próximo fim de semana. “É um projeto maligno que visa destruir aquilo que Deus construiu. Chamo todos os pastores a assinarem o manifesto”, pede.

Outra sessão

Em junho, uma audiência que discutiu a ideologia de gênero no Plano Municipal de Educação gerou tumulto, bate-boca, debates acalorados e lotou o plenário da Câmara Municipal de Maceió. A sessão foi proposta pelo vereador Dudu Ronalsa (PSDB). O tema é polêmico e despertou a atenção de vários segmentos da sociedade, sobretudo os religiosos e do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros).

Na plenária, representantes da comunidade evangélica, vereadores e movimento LGBT entraram em confronto de ideais, gerando debates bastante acalorados.

Prefeitura

A Secretaria de Comunicação de Maceió (Secom) entrou em contato com o portalGazetaweb e enviou à redação o Plano Municipal de Educação. No material, não há a citação do termo “ideologia de gênero”. Porém, ao analisar o documento, é possível encontrar os termos “igualdade de gênero”; “diversidade sexual e de gênero”; “relações de gênero”; e “orientação sexual”.

O Plano Municipal de Educação pode ser conferido no site oficial da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e contém ações que devem ser executadas pelo poder executivo durante os 10 anos de sua vigência.

 

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COMADAL | Novo presidente será empossado dia 29 de agosto na igreja-sede

AD ALFonte: AD AL

Segundo o regimento interno, o candidato deve ser indicado pela Comadal

O novo líder da Assembleia de Deus em Alagoas será eleito e empossado no próximo dia 29 de agosto. A data foi confirmada pelo presidente em exercício da igreja, pastor Amaro Antonio Cristovam Filho, através de edital de convocação divulgado no culto de santa ceia, 4 de agosto, para uma assembleia geral que vai acontecer a partir das 19 horas no templo-sede, em Maceió.

Conforme o edital, o novo presidente da igreja será indicado pela Convenção de Ministros da Assembleia de Deus em Alagoas ( Comadal), seguindo o que estabelece os artigos 26 e 29 do regimento interno da denominação. “Somente poderá concorrer o membro que exercer o ministério de pastor, devidamente registrado na CGADB e na Comadal, pelo prazo mínimo de cinco anos, devendo o candidato ser indicado por esta”, diz o artigo 26.

Os candidatos devem apresentar a documentação exigida até 24 horas antes do pleito. “Todos os membros indicados para a eleição para os cargos referidos terão que apresentar na secretaria, previamente, até vinte e quatro horas antes da realização da assembleia geral, certidões e informações cadastrais prestadas pelos órgãos pertinentes que comprovem idoneidade e capacidade física e mental para o exercício das atividades”, estabelece o artigo 29 do regimento interno.

Na noite desta terça, o pastor José Laelson, secretário da igreja, fez a leitura do edital no culto e ressaltou o momento delicado em que vive a denominação. Para ele, o momento é de oração, respeito e seriedade e a igreja deve interceder para que a denominação siga em paz e realizando a obra de Deus com alegria. “Será escolhido um homem de Deus e que o nome do Senhor seja glorificado em tudo isso. Que a nossa igreja continue em paz como o nosso pastor deixou; e que passado este processo todos nós estejamos felizes na presença do Senhor”, pontuou.

Oração e jejum

Também foi instituído em todo o estado um período de oração pela sucessão pastoral. Essa convocação está baseada no estatuto da igreja. Com isso, foi determinado que de segunda a sexta, das 19h às 19h30, haverá oração em todas as congregações, e, no dia 29 de agosto, haverá uma manhã de consagração com jejum e oração.

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